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Verdadeira Mãe discursa para Líderes das Organizações Empresariais da AFUPM

A seguir está uma transcrição da mensagem da Verdadeira Mãe proferida em uma reunião com líderes de organizações empresariais da Associação das Famílias para Unificação e Paz Mundial no dia 22 de março de 2013 (no Calendário Celeste 11 de fevereiro e Ano Um do Cheon Il Guk) no Cheon Jeong Jung. Estas anotações são uma tradução não oficial de um vídeo postado no site da FFWPU-Korea e não deve ser considerado com autoridade ou citada em qualquer publicação sem permissão anterior da AFUPM.

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“A missão da AESUCM acabou, e assim é com a missão da religião. Pela primeira vez na história estamos entrando na nova era, quando a humanidade não precisa de salvação. A Associação das Famílias está criando famílias ideais a fim de concluir a obra de restauração para estabelecer o ideal de Deus de criação e edificar o mundo ideal celeste.”


“Portanto, famílias devem ser estabelecidas na terra. Por muito tempo, as religiões se concentraram na salvação individual, e não na salvação familiar. Todas as religiões ensinaram as pessoas a deixar e abandonar suas famílias. Agora é um tempo diferente. Todas as religiões falam sobre salvar indivíduos, mas elas não têm idéia sobre como salvar famílias, tribos e nações. Nossa Igreja de Unificação ensina sobre salvar nações e o mundo baseado em famílias.”


O ideal de criação de Deus, que Ele tem esperado desde o Jardim do Éden, aparecerá somente quando uma família se estabelece, se torna reconhecida pelo mundo, e gera frutos. Através de filhos e filhas, essa família deve se expandir horizontalmente para se tornar uma tribo que se conectará automaticamente ao povo.


Esse é o motivo pelo qual as famílias são importantes. Todas as coisas serão concluídas dentro da Associação das Famílias para Unificação e Paz Mundial. Agora, por favor, repitam comigo, ‘A Associação das Famílias para a Unificação e Paz Mundial.’ Seu centro é a família.” (Sun Myung Moon, Cheon Seong Gyeong, 8 de abril de 1997)

 

Coreia do Sul Elege Primeira Mulher como Presidente

A Sra. Geun Hye Park, frequentemente rotulada por caluniadores coreanos como “a filha de ditador,” acabou rindo por último. Ela foi eleita presidente da Coreia do Sul no dia 19 de dezembro de 2012. Park venceu com 51,6 por cento, enquanto seu rival, Moon Jae-in, obteve 48 por cento, de acordo com a Comissão Nacional de Eleições da Coreia do Sul.

A Sra. Geun Hye Park, cumprimenta seus apoiadores após a vitória como a primeira presidente mulher da Coreia do sul. (AP Photo/Yonhap. Lee Ji-eun)

Esta decisão dos eleitores da Coreia do Sul, em uma das culturas asiáticas mais dominada por homens, é um sinal que o mundo está entrando em uma nova era de liderança das mulheres? Muitos Unificacionistas diriam “sim.” O falecido fundador do movimento de Unificação, o Rev. Sun Myung Moon, declarou enfaticamente que a idade global do Século XXI será a idade das mulheres, já no dia 10 de abril de 1992 na conferência inaugural da Federação Internacional das Mulheres para a Paz Mundial (FMPM). O Rev. Moon disse naquela ocasião, “Estou certo que hoje estamos testemunhando um grande evento que terá profundo significado na história das mulheres, não apenas na Coreia, mas por todo o mundo. Até agora, os homens tiveram a liderança principal na condução do progresso da história. Entretanto, esta reunião de hoje marca uma transição histórica declarando o início da ‘Era das Mulheres’ para todo o mundo.’” Ele seguiu dizendo, “As mulheres desta idade são as verdadeiras obreiras que, na presença dos Verdadeiros Pais que vieram como o Messias, limparão este mundo da guerra, violência, opressão, exploração e crimes cometidos pelos homens. As mulheres edificarão um mundo ideal cheio de paz, amor e liberdade. Cabe também às mulheres enxergar que as forças do mal, conduzidas essencialmente por homens que se opuseram e perseguiram as forças da justiça e do bem, estão agora completamente erradicadas para que não possam mais causar nenhum problema.”

Para muitos, a Sra. Geun Hye Park tem levado uma vida extraordinária, tendo sido educada na casa de seu pai, o Presidente Park Chung Hee (assassinado em 1979) e tendo chegado a se tornar a primeira mulher presidente da Coreia do Sul. “Park serviu no palácio presidencial, a Blue House, como a primeira dama de seu pai na década de 1970 após a morte de sua mãe que foi morta por um atirador norte coreano. Seu pai, Park Chung-hee, foi uma figura polêmica na Coreia do Sul, depois de ter tomado o poder em um golpe militar em 1961. Durante seus 18 anos de governo, ele é creditado por promover o crescimento econômico do país, mas também é acusado de abusos dos direitos humanos cometidos em seu regime,” de acordo com um relatório internacional da emissora alemã DW (Deutsche Welle), Mas mesmo este legado não pôde impedir dela se tornar a presidente.

A Coreia do Sul é bem conhecida como uma sociedade governada por homens no governo, no trabalho e na sociedade civil. O Dr. Mark P. Barry, um professor adjunto no Seminário Teológico da Unificação disse “A vitória na eleição da Sra. Park é uma grande vitória para a igualdade de gênero ou equilíbrio de gênero na Coreia do Sul, a qual é uma sociedade dominada por homens. Isto é grandemente significativo a partir de uma perspectiva Unificacionista, onde o movimento está agora sendo conduzido pela Sra. Hak Ja Han Moon.”

Por causa do recente teste norte coreano de um míssil balístico de longo alcance, os militares da Coreia do Sul emitiram um alerta de segurança. Observadores da Coreia em todo o mundo estão especulando sobre como uma executiva mulher na Blue House da Coreia irá lidar com o portfólio de segurança nos próximos anos. O Dr. Barry acrescentou: “A Sra. Park falou recentemente em um simpósio sobre segurança no Nordeste Asiático patrocinado pelo Segye Ilbo, e se encontrou brevemente com Kook Jin Moon, pesidente do Grupo Tongil. Os dois ouros candidatos se recusaram em participar,embora tenham sido convidados.”E também de acordo com a agência de notícias Yon Hap na Coreia, no dia 11 de maio de 2002 a Sra. Park visitou a Coreia do Norte.

Contribuição: Lymhwa Kimem Nova York.

Tradução e edição: Marcos Alonso.

 

Deus Abençoe a Vida do Rev. Sun Myung Moon

O Reverendo Sun Myung Moon, reverenciado por milhões como o Messias e Verdadeiros Pais, que nasceu na Coreia em 1920, que é amado pelas famílias de paz e Unificacionistas ao redor do mundo, ascendeu no dia 03 de setembro de 2012. Em suas últimas horas, ele estava cercado por nossa Verdadeira Mãe, os Verdadeiros Filhos e discípulos mais próximos. Se a Centelha Divina é uma capacidade de amar “os outros”, ele a tem. E essa centelha está agora iluminando de forma radiante e intensa todos os recantos do mundo espiritual. Nunca se viu luz tão intensa na terra, e agora o mundo espiritual passa a ser iluminado por uma luz jamais vista antes naquela dimensão.

Somos tão afortunados por ter vivido no mesmo tempo com o Messias, ter conhecido sua existência, ter recebido suas palavras, sua Bênção, seu exemplo e orientação, aquele que viveu uma vida sem precedentes de devoção a Deus e à Vontade de Deus de salvar a humanidade. Juntamente com sua esposa, a Dra. Hak Ja Han Moon, ele deixa um notável legado, e o impacto que será multiplicado pelas gerações que virão. Sua visão sobre a santidade do matrimônio, sobre a formação de famílias ideais e de um mundo de paz tem sido exaltada por milhões de pessoas ao redor do mundo e por uma segunda e uma terceira geração de Unificacionistas.

Na tradição da Unificação, a morte não é o fim da vida de uma pessoa, mas ao invés, um novo início. O Rev. Moon sempre nos encorajou a viver em harmonia com o mundo eterno, assim, entendemos que o Rev. Moon está muito presente conosco.

Palavras do Pai sobre Seonghwa (Ascensão)

Senhoras e senhores, a palavra “morte” é sagrada. Ela não é sinônimo de “tristeza e sofrimento”. Os Verdadeiros Pais criaram a expressão Seonghwa [ascensão] para explicar o verdadeiro significado de morte. O momento quando entramos no mundo espiritual deve ser um tempo quando entramos em um mundo de alegria e vitória com os frutos que geramos em nossas vidas na terra. É um tempo para aqueles de nós que permanecem na terra enviar aqueles que partem com alegria. Este deve ser um tempo de grande celebração. Devemos derramar lágrimas de alegria ao invés de lágrimas de tristeza. Essa é a forma da sagrada e nobre Cerimônia de Sunghwa, o primeiro passo que o espírito que parte assume na direção de desfrutar a vida eterna em atendimento de Deus, dentro de Seu abraço.”

 

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